Cultura Data-Driven: por que ter dados não significa decidir bem

Muitas empresas acreditam que são data-driven apenas porque possuem relatórios, dashboards ou grandes volumes de dados disponíveis. Mas, na prática, ter dados não é o mesmo que decidir bem. Decisões orientadas por dados dependem menos da quantidade de informação e mais da qualidade, confiabilidade e uso correto desses dados no dia a dia. Sem isso, os dados existem, mas não geram clareza, e muito menos vantagem competitiva. Ter dados não garante boas decisões Um dos erros mais comuns nas empresas é confundir acesso à informação com inteligência na tomada de decisão. Dados podem estar espalhados em planilhas, sistemas e consultas manuais, mas, se não forem confiáveis, atualizados e padronizados, eles não sustentam decisões seguras. Na prática, isso se reflete em situações como: informações diferentes para a mesma empresa ou fornecedor decisões tomadas com base em dados desatualizados retrabalho constante para validar informações dependência excessiva de processos manuais Nesse cenário, os dados existem, mas não se transformam em ação nem em resultado. O erro mais comum: dados sem confiança e sem uso prático Empresas que ainda não desenvolveram uma cultura orientada por dados apresentam alguns sinais claros: relatórios que ninguém consulta decisões baseadas mais em intuição do que em informação confiável dados inconsistentes entre áreas falta de clareza sobre qual informação é a correta O problema não está na falta de dados, mas na ausência de uma base confiável para decidir. O que define uma empresa realmente data-driven Uma empresa verdadeiramente data-driven não é aquela que produz mais relatórios, mas a que reduz incertezas e surpresas. Na prática, ela: usa dados como base para decisões recorrentes e críticas padroniza e centraliza fontes de informação confia na qualidade e na origem dos dados utilizados reduz achismos, retrabalho e subjetividade Mais do que tecnologia, isso exige processos claros e dados bem governados. A base da cultura data-driven: dados confiáveis Quando falamos em dados, é importante ser específico. Para decisões corporativas, especialmente em ambientes complexos, os dados mais críticos são aqueles relacionados a: clientes fornecedores parceiros de negócio Ou seja, dados cadastrais, fiscais e de risco, obtidos em fontes oficiais e confiáveis. São essas informações que sustentam decisões como: aprovar ou não um novo parceiro manter ou bloquear um fornecedor reduzir exposição a riscos fiscais, financeiros ou operacionais agir antes que um problema se torne prejuízo Sem confiança nesses dados, qualquer decisão fica vulnerável. Como a inteligência de dados acelera a cultura data-driven Soluções de inteligência de dados não servem apenas para “analisar”, mas para organizar, validar e automatizar informações críticas. Na prática, elas ajudam a: centralizar dados vindos de múltiplas fontes oficiais garantir consistência, atualização e rastreabilidade automatizar validações antes manuais gerar alertas e respostas objetivas para quem precisa decidir Com dados estruturados e confiáveis, as decisões se tornam mais rápidas, seguras e previsíveis. Data-driven não é justificar decisões, é decidir melhor Antes de investir em novas ferramentas ou produzir mais relatórios, vale a reflexão: Sua empresa usa dados para decidir ou apenas para justificar decisões já tomadas? Uma cultura data-driven madura começa pela base: dados confiáveis, bem estruturados e utilizados de forma consistente no dia a dia. Decidir bem não é ter mais dados. É confiar nos dados certos
Uso dos Dados nas Organizações

As áreas de conhecimento que permeiam o contexto dos dados têm influenciado as atividades de empresas de diferentes setores e contribuído com seus resultados. O big data, ou megadados, representa o esforço de extrair informações e insights de um grande volume de dados, atribuir significado a eles e pautar estratégias e ações de negócio. Uma pesquisa realizada pela AVEVA, empresa especializada em software industrial e de engenharia, identificou que a análise de volumes robustos de dados é o principal foco das grandes organizações. Inteligência Artificial foi mencionada por 75% dos entrevistados seguida por Realidade Aumentada (64%), Realidade Virtual ou Mista (60%) e Processamento de Big Data (59%). Características dos Dados É importante analisar as características intrínsecas a estes dados, ou seja, seus aspectos basais. A velocidade se relaciona ao fato dos dados em big data ocorrem em fluxo contínuo; o volume é a quantidade de espaço necessário para armazená-los; a variedade representa as diferentes naturezas do dado, seja ele estruturado ou não estruturado. Pode-se observar, também, outros dois pilares próprios deste universo: o valor, que determina o retorno relacionado ao investimento nesta tecnologia pela organização e a veracidade, que pauta as decisões dos gestores ao confiarem nos sistemas de BI e análise de dados. Coletar, organizar e interpretar os dados obtidos das mais variadas áreas é um processo fundamental para adquirir uma visão global da empresa, além de obter insights, mitigar riscos e identificar novas oportunidades de negócio. Dados Volumosos e Dispersos Ao relacionar os maiores desafios enfrentados pela área, não se pode deixar de falar na reestruturação necessária para a implementação. De forma que os processos sejam executados com excelência, deve haver uma sólida infraestrutura tecnológica para suportar o processamento dos dados. Segundo a Forbes, em 2025, teremos, em média, 44 zettabytes ou 44 trilhões de gigabytes de dados armazenados com atualização muito dinâmica e sem qualquer padronização. Para que tenham algum significado e possam ser utilizados da forma correta, devem ser obtidos, tratados, padronizados e transformados em informação. Essa tarefa não parece simples de ser executada sem expertise e, de fato, não o é. A Azix existe para facilitar a tarefa de transformar tais dados dispersos em informações precisas e adequadas para serem usadas. Através da coleta e tratamento de big data, fornece informações que garantem compliance e segurança para os negócios dos clientes. Estas informações são estruturadas, atualizadas e de origem confirmada: dados legais, públicos e privados como reputacionais, fiscais, de crédito, de agências reguladoras, Tribunais e veículos são entregues no formato original através das plataformas da Azix. Incorporar inteligência de dados e basear decisões em informações é vital para o sucesso e a longevidade do negócio. Ivana Avellar – Coordenadora de Marketing da Azix Compartilhar Share on facebook Facebook Share on twitter Twitter Share on linkedin LinkedIn
E-Commerce: Um Mercado Próspero

Não se imagina mais um cenário em que lojas físicas dispensam sua participação no e-commerce considerando o hábito evolutivo de fazer compras cada vez mais básicas pela internet. Afinal, faz muito mais sentido comprar online e receber em casa do que se deslocar até determinado local para efetuar uma compra. Consumidores mais ativos Segundo pesquisa do Ebit|Nielsen, 95% da população brasileira pretende continuar comprando online até o fim da pandemia. O estudo estima, ainda, que o e-commerce brasileiro deve crescer 26% em 2021, induzido pelo aumento do número de consumidores, consolidação de varejos virtuais locais, aumento na eficiência logística e fortalecimento de marketplaces. O modelo de negócios B2C, ou Business to Consumer, vivenciará a expansão da venda de produtos de consumo rápido, principalmente do setor alimentício. Durante a pandemia, a participação dos mercados no e-commerce passou de 4% para 7%, segundo a mesma pesquisa do Ebit. No universo dos negócios Nas empresas B2B, ou Business to Business, a participação total do comércio eletrônico aumentou 62% no último ano, segundo atualização da McKinsey. As empresas que possuem e-commerce B2B enxergam o canal como um fator diferenciador dentre seus concorrentes. Ter um e-commerce garante para o vendedor não somente velocidade da operação e alta disponibilidade dos produtos (com funcionamento 24×7), como também procedimentos totalmente sistêmicos que diminuem os custos operacionais Por outro lado, a velocidade desta operação exige o uso intensivo de informações de qualidade e a coleta dos dados, que se torna cada vez mais complexa, deve mantê-los sempre atualizados. Neste contexto, a AZIX apoia seus clientes com ferramentas de Data Quality, garantindo alta disponibilidade e viabilizando as operações de um sistema de e-commerce. Os clientes AZIX conectam suas operações com bases de dados com informações de alta qualidade, atualizadas, validadas e padronizadas, sejam de fontes oficiais ou privadas, fiscais, de crédito, comportamentais, reputacionais ou ambientais. Processos de monitoramento contínuo acompanham informações vitais de clientes da base, garantindo sucesso nas operações durante o relacionamento de negócios. Portanto, com estes recursos disponíveis, os clientes suportam suas operações com informações atualizadas e seguras, tomando decisões de negócios certeiras e projetando o futuro de suas relações comerciais com segurança. Por Ivana Avellar (Coordenadora de Marketing da Azix) Compartilhar Share on facebook Facebook Share on twitter Twitter Share on linkedin LinkedIn
Carreira no cenário da big data

As demandas dos mercados de trabalho inerentes às plataformas digitais crescem progressivamente. Logo, muitas competências e habilidades abarcadas por este novo cenário estão substituindo os métodos e processos tradicionais, requerendo mais especialização de tais profissionais.
Azix Lança Plataforma de Monitoramento: Conheça o DocTracking
Clientes que ficam inadimplentes no mercado, têm suas Inscrições cassadas pelo Fisco ou mudam os sócios, por exemplo, demandam análises prévias para avaliação de risco. Receber notificações destas mudanças dão a você a chance de se antecipar e tomar as providências de proteção para o seu negócio.